quarta-feira, 10 de junho de 2009

Diagnósticos sobre Psicopatas

Personalidade perversa – Caracteriza-se por uma acentuada debilidade dos sentimentos sociais que pode resultar da ignorância das normas éticas habituais, das exageradas tendências instintivas anti-sociais, da incapacidade de compreensão das obrigações morais. Nos casos de personalidade perversa, a inteligência quanto mais desenvolvida, mais grave torna o caso, porquanto ela é, então, utilizada para mascarar melhor os atos amorais. Estes são realizados, menos pelos resultados materiais que possam trazer, que pelo prazer ou satisfação que despertam.
Cleckley, estabeleceu, em "A máscara da saúde", alguns critérios para o diagnóstico do psicopata, em 1976, Hare, Hart e Harpur, completaram esses critérios. Somando-se as duas listas podemos relacionar as seguintes características:
1. Problemas de conduta na infância.2. Inexistência de alucinações e delírio.3. Ausência de manifestações neuróticas.4. Impulsividade e ausência de autocontrole.5. Irresponsabilidade6. Encanto superficial, notável inteligência e loquacidade.7. Egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância.8. Incapacidade de amar.9. Grande pobreza de reações afetivas básicas.10. Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada.11. Falta de sentimentos de culpa e de vergonha.12. Indigno de confiança, falta de empatia nas relações pessoais.13. Manipulação do outro com recursos enganosos.14. Mentiras e insinceridade.15. Perda específica da intuição.16. Incapacidade para seguir qualquer plano de vida.17. Conduta anti-social sem aparente arrependimento.18. Ameaças de suicídio raramente cumpridas.19. Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida.

K. Eissler, no final da década de 40, considerava os psicopatas como indivíduos com ausência de sentimentos de culpa e da ansiedade normal, superficialidade de objetivos de vida e extremo egocentrismo.
Os irmãos Mc Cord, em 1956, descrevem sua "síndrome psicopática" com as seguintes características: escasso ou nenhum sentimento de culpa, capacidade de amar muito prejudicada, graves alterações na conduta social, impulsividade e agressão.

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?sec=91&art=149

Otto Kemberg sobre Narcisismo Maligno

Otto Kemberg classifica a sociopatia de modo diferente.
Para ele é extremamente difícil fazer o diagnóstico da psicopatia, quando a situação clínica não está claramente definida.
Autores psicanalíticos consideram a Psicopatia como uma grave patologia do Superego como sendo uma síndrome de Narcisismo Maligno, cujas características seriam a conduta anti-social, agressão ego-sintônica dirigida contra outros em forma de sadismo, ou dirigida contra se mesmo em forma de tendências automutiladoras ou suicidas sem depressão e conduta paranóide.
A estrutura de tipo narcisística do psicopata teria a seguintes características: auto-referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros, superficialidade emocional, crises de insegurança que se alternam com sentimentos de grandiosidade.
Portanto, dentro das relações de objeto (com os outros), seria intensa a rivalidade e inveja, consciente e/ou inconscientemente, refletidos na contínua tendência para exploração do outro, incapacidade de depender de outros, falta de empatia com para com outros, falta de compromisso interno em outras relações.
Otto Kemberg vê neste narcisismo patológico um componente psicodinâmico para o diagnóstico da psicopatia. O narcisismo não patológico é conseqüência de uma boa evolução do Ego, uma aceitação da realidade e como essa realidade pode ser usada para satisfazer as necessidades dirigidas ao exterior e ao objeto. As pessoas que não realizaram bem esta formação, por não haver interiorizado suficiente amor e estima recebidos do meio, acabam por desenvolver defesas narcisistas muito fortes.

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?sec=91&art=149

Correlatos da Emoção em Psicopatas

Antonio de Pádua Serafim, Ph.D
Núcleo de Psiquiatria e Psicologia Forense (NUFOR)
Serviço de Psicologia e Neuropsicologia
Instituto de Psiquiatria - HCFMUSP
As vivências como a alegria, a tristeza, o medo, a raiva e o amor fazem parte da dinâmica de vida do ser humano, e são expressas diariamente, dentro de uma manifestação considerada tolerável (GRIFITHS, 1997).

Todavia, vários fatores podem contribuir para uma expressão desproporcional à situação desencadeadora, tais como: doenças metabólicas e endócrinas, lesões no sistema nervoso central, transtornos de personalidades (boderline, paranóica, dependente, narcísica, explosiva; anti-social), psicoses, abuso e dependência de álcool e drogas, etc (HART e HARE, 1996; TIEDENS, 2001).De acordo com TIEDENS (2001) as alterações da expressão das emoções se configuram pelo seu exagero ou por sua total ou parcial ausência. Essas alterações na expressão do medo (baixa resposta de ansiedade, por exemplo), raiva (nível elevado) e amor (redução de expressão de docilidade), são consideradas importantes fatores de risco para as condutas socialmente inadequadas.

Há um consenso na literatura de que essas características apresentam-se com maior intensidade e freqüência em sujeitos portadores de transtorno de personalidade anti-social, colaborando para a manifestação de comportamentos e condutas violentas, caracterizadas por manifestações de brutalidade, crueldade, indiferença emocional, ausência de culpa ou remorso (LYKKEN, 1995; HART e HARE, 1996; MILLON, et al., 1998; HARE, 1999, SERAFIM, 2005). LORENZ (2002), HALE (2004) e SERAFIM(2005) também observaram que alguns sujeitos condenados por crimes violentos (como estupro e homicídio) e classificados com transtorno de personalidade anti-social apresentam baixos níveis de ansiedade, elevados níveis de impulsividade e ausência de sentimentos éticos.Essa descrição converge para a hipótese de que esses indivíduos apresentam uma inadequação no funcionamento do sistema nervoso autônomo, diferentemente de pessoas consideradas normais.

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Segundo MILLON (1998) e LEVENSTON et al. (2000) esses indivíduos não manifestam o tipo mais comum de comportamento agressivo, que é o da violência acompanhada de descarga emocional (geralmente raiva ou medo) e nem ativação do sistema nervoso simpático (dilatação das pupilas, aumento dos batimentos cardíacos e respiração). Seu tipo de violência é similar à agressão predatória, que é acompanhada por excitação simpática mínima ou por falta dela, e é planejado, proposital, e sem emoção ("a sangue-frio"). Os estados afetivos apresentam-se sem reciprocidade e sem um verdadeiro interesse pelo outro.

Esse déficit na resposta emocional se apresenta como um importante aspecto dominante comumente observado na literatura científica sobre o comportamento de alguns criminosos, notadamente quando este se apresenta com manifestações explícitas de requintes de “sadismo, crueldade e frieza” (LEVENSTON et al., 2000).

Quando falamos de “frieza emocional”, estamos pensando naquelas pessoas que não esboçam o menor sinal de constrangimento, tensão ou ansiedade diante de uma situação estressante. O termo ansiedade caracteriza um estado emocional inserido no espectro de normalidade das experiências humanas composto de componentes psicológicos e fisiológicos. Uma resposta de ansiedade, geralmente reflete uma resposta de adaptação a uma situação de ameaça ao organismo.

Esta resposta, impõe ao animal ou ser humano mobilizações fisiológicas tais como alterações da freqüência cardíaca, respiratória, condutância elétrica da pele, sudorese, palidez ou ruborização (GROSS e HEN, 2004; ANTAI-OTONG, 2003). A ansiedade pode ser dividida em estado e traço.

De acordo com SPIELBERGER et al. (1979) o estado de ansiedade é conceitualizado como um estado emocional transitório ou condição do organismo humano que é caracterizada por sentimentos desagradáveis de tensão e apreensão, conscientemente percebidos e por aumento na atividade do sistema nervoso autônomo.

O traço de ansiedade por sua vez, refere-se a diferenças individuais relativamente estáveis na propensão à ansiedade, isto é, a diferença na tendência de reagir a situações percebidas como ameaçadoras.LORENZ e NEWMAN (2002) observaram que diante de situações geradoras de estresse, criminosos com psicopatia apresentam em geral baixas respostas de ansiedade estado, comparados com sujeitos normais. Este padrão de comportamento tem corroborado a hipótese da existência de uma deficiência em suas reações aos estímulos evocadores de medo. Esse funcionamento estaria diretamente envolvido com a possível causa de sua insensibilidade (PATRICK 1994; SCHIMITT e NEWMAN, 1999).EMERY e AMARAL (2000) sugerem que a principal falha da estrutura emocional - baixos níveis de respostas de ansiedade - está relacionada com a amígdala cerebral. A amígdala, localizada na profundidade de cada lobo temporal anterior funciona de modo íntimo com o hipotálamo e mantém conexão direta com o lobo pré-frontal. A sua principal função é identificar situações de perigo que geram medo e ansiedade. A percepção seja de medo ou ansiedade, leva animais e humanos a ativar um estado de alerta, preparando-os para possíveis reações de fuga ou enfrentamento.

Em animais com lesões nas conexões da amígdala o estado de alerta não é ativado frente a uma situação de ameaça (LeDOUX, 1996). GRAY (1978) verificou que lesões no septo e no hipocampo dorsal têm efeitos semelhantes aos de ansiolíticos, isto é, reduzem os níveis de ansiedade (sistema de inibição comportamental). Para GRAY o sistema de inibição comportamental é resultado da ativação por três tipos de estímulos: 1) estímulos condicionados aversivos que adquirem essa propriedade por terem sido associados anteriormente com estímulos aversivos incondicionados ou pela sinalização de uma não recompensa (frustração); 2) estímulos inatos de perigo, como aqueles que sinalizam ameaças que são específicas de cada espécie, como predadores; 3) estímulos ou situações novas, que se caracterizam por fontes de satisfação de necessidades biológicas (recompensa) ou podem ser revestidos pela percepção de risco de ameaças imprevisíveis (ameaça). Quando o sistema inibitório é ativado o padrão de comportamento comumente observado é o congelamento ou a imobilidade intensa, seguido do aumento da vigilância e da atenção em decorrência de perigos em potencial (GARAVAN et al., 2001).

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Aparentemente nos psicopatas predomina um padrão de funcionamento que inibe a ativação do sistema inibitório descrito por GRAY (1978) considerando principalmente a percepção antecipatória de perigo ou punição. Em outros estudos PATRICK (1994) avaliou agressores criminosos psicopatas que foram solicitados a observar projeções de imagens do acervo do IAPS. Enquanto os criminosos olhavam para as imagens eles eram assustados subitamente com sons inesperados.

Quando pessoas normais estão vendo imagens agradáveis, a resposta de susto (um piscar de olhos, por exemplo) é de menor magnitude do que quando as imagens são desagradáveis (representando agressão, sangue, horror, por exemplo), isto é, diante de imagens desagradáveis há aumento na ativação dos músculos da face. Imagens neutras têm uma resposta de susto no ponto intermediário daquelas de prazer e desprazer (PATRICK et al., 1993). Com alguns criminosos observou-se um padrão oposto: piscaram menos os olhos em resposta ao barulho quando estavam assistindo imagens desagradáveis. Entretanto, somente os criminosos psicopatas apresentaram uma característica de indiferença emocional para esta situação experimental (PATRICK et al., 1993). O processo de investigação experimental desse padrão de funcionamento emocional em psicopatas teve início na década de 50. Entretanto, utilizando registros poligráficos e eletroencefalograma GOLDSTEIN (1965) observou que em pessoas normais quando submetidas a situações experimentais estressantes há uma estreita relação entre a ativação do sistema nervoso autônomo e o córtex cerebral, medida pelo eletroencefalograma. Esses sujeitos apresentaram um maior tempo para recuperar o padrão fisiológico após uma experiência de medo ou tensão comparados aos psicopatas. Nos psicopatas a responsividade cortical sob tensão (isto é, a capacidade de avaliar uma situação como geradora de tensão, manifestar alterações fisiológicas autonômicas como o ritmo cardíaco e restabelecer o equilíbrio dessa alteração) apresenta-se com uma flutuação ou variação menor que outros sujeitos, isto é apresentam um excesso de ondas lentas. HARE (1968) sugere que esse mecanismo não ocorre nos psicopatas porque eles apresentam um rebaixamento do estado de excitabilidade cortical. DAMÁSIO (1996) postulou a hipótese do “marcador somático” com o objetivo de explicar esse padrão emocional dos psicopatas. Indivíduos normais ativam os chamados "estados somáticos" (alterações na freqüência cardíaca e respiração, dilatação das pupilas, sudorese, expressão facial, etc.) em resposta à punição associada às situações sociais. Por exemplo, uma criança quebra alguma coisa valiosa e é punida severamente por seus pais, evocando estes estados somáticos. Da próxima vez que ocorrer uma situação similar os marcadores somáticos são ativados e a mesma emoção associada à punição é sentida. De modo a evitar isto, a criança suprime o comportamento indesejado.

De acordo com DAMÁSIO (1996) pessoas com danos no lobo frontal são incapazes de ativar estes marcadores somáticos. Para esse autor: "isto deprivaria o indivíduo de um dispositivo automático para sinalizar conseqüências deletérias relativas a respostas que poderiam trazer a recompensa imediata". E isto explica também porque os psicopatas e pacientes com danos no lobo pré-frontal mostram poucas respostas autonômicas a palavras condicionadas socialmente e imagens com conteúdo emocional, mas têm respostas normais a estímulos incondicionados.Estudos utilizando a neuroimagem associada a palavras de diferentes conteúdos emocionais têm demonstrado que as regiões pré-frontais e áreas relacionadas a amígdala cerebral e ao sistema límbico são intensamente ativadas em pessoas normais, o que não se observa nos psicopatas (KIEHL et al., 2001; KIEHL et al., 2004; BLAIR, 2004).

Os achados neuroanatômicos como possíveis fatores associados ao déficit emocional em criminosos psicopatas ainda não são consistentes, visto que, o número de sujeitos que apresentam alguma alteração morfológica é baixo em relação aos que não apresentam essas alterações (JOZEF e SILVA, 1999; LAPIERRE et al., 1995; GORENSTEIN, 1982). Todavia, ao abordarmos os aspectos etiológicos da psicopatia, cometeremos um importante erro, caso, descartarmos a integração dos fatores biológicos, psicológicos e sociais.

A palavra PSICOPATA do grego PSYKHÉ=alma e PATHÓS=doença

PSICOPATAS

A palavra PSICOPATA (do grego PSYKHÉ=alma e PATHÓS=doença) com um significado de uma pessoa que sofre de doença mental

Portanto a PSICOPATIA (podemos até inferir como sendo uma CRIMINALIDADE, onde o indivíduo apresenta uma perturbação com relação ao tempo, ou seja, o viver do psicopata se desintegrou do tempo real, a sua óptica se desmanchou, se curvou num abismo tamanho; e o seu comportamento frente ao outro se acha em choque),vem a ser qualquer perturbação mental específica, numa instabilidade emocional ,que faz com que o indivíduo apresente uma incapacidade para restringir e ou controlar certos impulsos, aliás , impulsos estes anti-sociais.Contudo nota-se que o indivíduo psicopata vive e participa em sociedade de maneira aparentemente equilibrada.

A Psicopatia consiste numa estrutura anormal e desequilibrada do caráter do indivíduo frente à sociedade,

1) com atitudes e atos pouco sociais,
2) associais e
3) anti-sociais.

O psicopata vem a ser aquele indivíduo que se coloca fora dos padrões sociais aceitos, é aquele indivíduo que se opõe à sociedade (muitos criminosos são psicopatas, porém nem todos psicopatas são criminosos).

Existem psicopatas que socialmente nunca criam casos, até desejam se reformular em suas atitudes, tentam com certa dedicação, se engajar satisfatoriamente na sociedade, porém são criaturas por demais estranhas, singulares, inadaptados, difíceis, diferentes, etc. (sem querer rotular, mas realmente são pessoas diferentes)

Um caso muito singular é o de HITLER E O NAZISMO CRUEL, onde a monstruosidade, a sagacidade, a insensibilidade se fizeram notar de maneira bastante clara.

Muitos são os estudiosos, como jornalistas, historiadores, sociólogos e psicólogos, frente ao NAZISMO, e o questionar de “o que leva um ser humano a agir de determinada forma numa dicotomia de valores éticos,”? , mas há também divergências nas questões:-

1)personalidade de A.Hitler,
2)a sociedade alemã e
3) circunstancias históricas.

E fica a pergunta:- “Qual foi realmente a causa que fez despencar em uma mente humana, no percurso da história, tamanha atrocidade”?

Para muitos existe uma tentativa, ainda que não se justifique frente ao barbarismo, de se estudar o porquê de um comportamento tão quebrado.

Claude Lanzmann repudia ferozmente toda e qualquer anuência de tal comportamento nazista e suas possíveis interpretações, o que é de se compreender.

Mas também se deve observar que tal comportamento ocorreu, e de que hoje em dia, observamos também certas incoerências e horrores no comportamento humano.

ü Hitler como um psicopata, apresenta uma personalidade demagógica de manipulação, toda dissociada, num espargir sadismo, tortura, suicídio, genocídio, homicídio, etc.

Assim sendo, longe de mim, querer abafar a maldade humana, e na certeza do enorme sofrimento imposto a milhares de seres humanos, cabe aqui uma tentativa de se descobrir o profundo de um comportamento tirânico, o que se enquadra na patologia de um psicopata.

Hitler como uma pessoa mentalmente desequilibrada, num distúrbio de agressão projetada no povo judeu principalmente, numa disfunção na estrutura do seu EGO, nada mais fez do que assassinar uma sociedade, e também se automutilar, e se automatar. (ele foi um assassino suicida).

A sociedade da época também evidenciou uma cumplicidade num ACOMODAR-SE, num ACEITAR, até parece que Hitler com o seu todo poderoso esplendor de chanceler, encegueceu uma nação que, cordatamente aceitou sem qualquer questionamento.

PSICOPATAS /PARTE I – Fonte: Scielo Brasil
Suely Bischoff Machado de Oliveira
Psicóloga CRP 06/8495
Escritora e poetisa
Pós-graduada pelo Hospital do Câncer A.C.Camargo
http://www.webartigos.com/articles/17625/1/psicopatas--parte-i---fontescielo-brasil/pagina1.html

LINKS Psicopatas

http://www.inef.com.br/psicopatia.htm

http://pessoas.hsw.uol.com.br/psicopata.htm

http://br.geocities.com/jlpagebr/psicopatas.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79349-6048-489,00-OS+PSICOPATAS+A+NOSSO+REDOR.html

http://wwwterra.com.br/istoe/edicoes/2034/artigo113504-1.htm

http://www.igeduca.com.br/artigos/dia-a-dia/por-onde-andam-os-psicopatas.html

http://www.artigos.com/artigos/saude/medicina/psiquiatria/psicopatas-6384/artigo/

http://pesquisarparajudar.blogspot.com/2006/02/psicopatas-do-quoditiano.html

http://www.webartigos.com/articles/17625/1/psicopatas--parte-i---fontescielo-brasil/pagina1.html

http://www.lerdeviaserproibido.com.br/tag/psicopatas/

http://www.visumconsultoria.com.br/vartigo.html


LEGISLAÇÃO
http://br.vlex.com/tags/psicopatas-2354506

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